A estação espacial Tiangong, da China, já é facilmente visível no céu noturno, mesmo sem equipamentos de alta tecnologia. O próximo grande passo é a chegada do Telescópio da Estação Espacial Chinesa (CSST), ou Xuntian, um equipamento de 15 toneladas que será capaz de se acoplar à Tiangong para manutenção e atualizações.

A estação espacial chinesa vai ganhar uma “minilua”

Xuntian: Um Telescópio de Nova Geração

O Xuntian é um telescópio de alta tecnologia que será capaz de se acoplar à Tiangong, permitindo que a China realize manutenções e atualizações sem a necessidade de missões de reparo complexas e arriscadas no espaço. Este sistema inovador evita missões de reparo extremamente complexas e arriscadas, como as enfrentadas pelo famoso Telescópio Espacial Hubble, da NASA.

Visibilidade Noturna

O Xuntian não apenas aumentará a visibilidade noturna da Tiangong, mas também a tornará visível até com olhos nuos, uma vez que o telescópio será capaz de se acoplar à estrutura principal. Isso tornará a Tiangong uma estrela dupla, parecendo uma estrela dupla no céu noturno.

Expansão da Estação Espacial Tiangong

Além do Xuntian, a China também planeja expandir a própria Tiangong adicionando novos módulos e painéis solares. O objetivo é alterar o formato atual da estação, que lembra a letra “T”, transformando-a em um “T duplo” e dobrando sua massa total para cerca de 180 toneladas.

Manutenção e Expansão

Para preparar essa expansão, astronautas chineses realizaram caminhadas espaciais recentes para reparar painéis e instalar refletores contra lixo espacial. As melhorias garantirão a estabilidade elétrica necessária para os novos módulos. Quando a ISS for desativada, por volta de 2030, a Tiangong se tornará a maior estrutura humana no espaço.

Conclusão

O Xuntian será um passo crucial na expansão da estação espacial Tiangong e na capacidade da China de explorar o espaço. Com seu campo de visão 300 vezes maior e sua capacidade de se acoplar à Tiangong, o Xuntian permitirá que a China realize manutenções e atualizações sem a necessidade de missões de reparo complexas e arriscadas no espaço, como as enfrentadas pelo famoso Telescópio Espacial Hubble, da NASA.

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