A Meta testou a funcionalidade de atendentes humanos no Muse, seu assistente de IA, para melhorar a eficiência em tarefas como agendar horários e verificar disponibilidade de produtos. A funcionalidade, chamada de “concierge humano”, permitia que atendentes humanos assumissem o controle de chamadas telefônicas, mas foi suspensa devido a preocupações com a privacidade dos usuários.

Como Funcionava o Concierge Humano
O concierge humano era um complemento a uma funcionalidade do Muse que permitia aos usuários usar o assistente para contatar estabelecimentos para agendar horários ou checar disponibilidade de produtos. Os testes vinham ocorrendo desde agosto.
Problemas de Privacidade
A funcionalidade foi suspensa após críticas de funcionários, que apontavam riscos à privacidade dos usuários. A preocupação era com a possível exposição de dados pessoais e outras informações sensíveis a funcionários terceirizados de call centers.
Continuação do Desenvolvimento
Após o encerramento da funcionalidade, a Meta confirmou que continuará desenvolvendo a ferramenta, com o objetivo de aprimorar o sistema e lançá-lo quando estiver pronto. A empresa afirmou que a intervenção humana trouxe mais eficiência à ferramenta, com taxas de sucesso entre 95% e 98%.
Impacto no Muse
O concierge humano não foi o único teste da Meta no Muse. O assistente de IA também está disponível no mercado americano, onde acumulou mais de 2,5 milhões de instalações nas primeiras duas semanas. O Muse rivaliza com outros assistentes de IA como o Gemini Spark e o Claude Cowork.
Conclusão
Apesar da suspensão temporária, a Meta continua a desenvolver a funcionalidade de atendentes humanos no Muse, com o objetivo de melhorar a eficiência e privacidade do assistente de IA.