A Qualcomm venceu a Arm na Justiça, mas a indenização foi de apenas US$ 2, uma decisão que pode ter implicações significativas para a disputa sobre royalties entre as duas empresas.

Violação de Contratos e Interferência
O júri considerou que a Arm violou o Acordo de Licença de Arquitetura e interferiu na relação de negócios entre a Qualcomm e a Meta. A indenização foi de US$ 2, sendo US$ 1 para cada acusação.
Violação de Contrato
A Arm violou o Acordo de Licença de Arquitetura ao deixar de fornecer ferramentas e correções de software necessárias ao trabalho da Qualcomm. A indenização foi de US$ 1 por essa violação.
Interferência Comercial
A Arm interferiu intencionalmente na relação de negócios entre a Qualcomm e a Meta. A indenização foi de US$ 1 por essa interferência.
Impacto na Disputa de Royalties
Embora a indenização seja simbólica, a Qualcomm afirma estar satisfeita com o reconhecimento da violação de acordo e interferência. A indenização pode ter implicações significativas para a disputa sobre royalties entre as duas empresas.
Conflito de Interesses
A disputa faz parte de uma tensão que aumentou nos últimos anos após a Qualcomm comprar a startup Nuvia em 2021. A Arm questionou se as licenças associadas à empresa poderiam ser transferidas sem uma nova autorização, e abriu um processo no ano seguinte.
Novos Desdobramentos Judiciais
Em 2025, a Arm tentou contestar o resultado, e a relação foi abalada novamente com a ampliação da atuação da Arm no mercado de chips. A empresa passou a explorar oportunidades de desenvolver e vender os próprios processadores, após anos licenciando a arquitetura a outras fabricantes.
Conclusão
A decisão da Justiça pode ter implicações significativas para a relação entre a Qualcomm e a Arm, e para a disputa sobre royalties entre as duas empresas. A indenização simbólica de US$ 2 pode ser apenas o começo de uma disputa que pode valer bilhões de dólares.