Bill Gates, cofundador da Microsoft, afirmou a membros do Congresso dos Estados Unidos que foi pressionado por Jeffrey Epstein usando informações sobre suas infidelidades para voltar a se envolver com ele. O empresário recrutava mulheres e meninas de origens pobres ou instáveis para fins de prostituição e tráfico sexual.
Depoimento de Bill Gates
Em seu depoimento, Gates disse que nunca testemunhou conduta criminosa por parte de Epstein. Ele explicou que os casos de Epstein não tinham nada a ver com suas interações com ele, mas foram dolorosos para sua família. Gates afirmou que Epstein usou essas informações para pressioná-lo a voltar a se envolver com ele.
Contexto do Caso Epstein
Jeffrey Epstein foi condenado a prisão por tráfico sexual de menores em 2019. Antes de sua morte, em 2019, Epstein se declarou inocente das acusações e foi classificado como suicídio. O bilionário já havia sido condenado por prostituição em 2008.
Relações com a Fundação Gates
Após a prisão de Epstein em 2008, Gates e Epstein se reuniram repetidas vezes para discutir a ampliação dos esforços filantrópicos da fundação. Documentos divulgados pelo Departamento de Justiça indicaram que Gates assumiu a responsabilidade por suas ações em uma reunião com funcionários da Gates Foundation em fevereiro.
Investigação do Congresso
O Congresso está investigando a condução do caso Epstein pelo Departamento de Justiça dos EUA. O deputado James Comer, republicano que preside o comitê, pediu em carta enviada em março que Gates comparecesse para uma entrevista presencial transcrita. O grupo não trabalha com Jake Greenberg, que até dezembro era o principal oficial de investigações da comissão.
Conclusão
O relacionamento de Bill Gates e Jeffrey Epstein levou à abertura de uma investigação do Congresso. O depoimento de Gates revela um relacionamento conturbado que levou a uma investigação mais aprofundada do caso Epstein e suas conexões com figuras políticas e empresariais de alto nível.