Líderes de inteligência artificial (IA) se uniram a especialistas de segurança para exigir que o Congresso dos Estados Unidos crie leis contra ameaças biológicas da IA. A carta conjunta assinada por CEOs de OpenAI, Anthropic e Google DeepMind pede salvaguardas na compra de DNA e RNA sintéticos.

CEOs de IA pedem lei contra armas biológicas, diz jornal

Aumento da Potência da IA

Os sistemas de IA estão melhorando rapidamente, eliminando as barreiras técnicas que antes impediam o acesso a armas biológicas. Segundo a carta, a IA pode facilitar a criação de patógenos por criminosos.

Proposta de Lei

A meta é obrigar fornecedores a checar pedidos e validar a identidade dos compradores. Os executivos alertam que as barreiras de conhecimento que historicamente impediam a obtenção de armas biológicas podem ser significativamente reduzidas.

Manifesto

O manifesto foi organizado por dois centros de estudos e gerou um consenso raro entre progressistas, libertários, pesquisadores e empresários do setor de tecnologia. O movimento ocorre após o presidente Donald Trump assinar um decreto sobre cibersegurança.

Executivos

Os CEOs Sam Altman (OpenAI), Dario Amodei (Anthropic), Demis Hassabis (Google DeepMind), Mustafa Suleyman (Microsoft) e Alexandr Wang (Meta Platforms) assinaram a carta. Eles propõem regras rígidas e um programa com o governo.

Críticas

Alguns críticos argumentam que definir quais combinações de genes são perigosas é algo subjetivo e que os custos de conformidade podem prejudicar startups nascentes. Outros defendem que o risco de armas biológicas justifica os gastos exigidos.

Projetos de Lei

Vários projetos de lei foram propostos no Congresso, mas não avançaram. A Casa Branca declarou buscar o equilíbrio entre inovação e segurança.

Conclusão

O movimento de líderes de IA pela criação de leis contra armas biológicas da IA reforça a necessidade de salvaguardas e representa um consenso raro entre diferentes setores da tecnologia e sociedade.

ArmasCeosContraJornalPedem