Na terça-feira (9), a Marinha dos Estados Unidos empregou um barco-drone Corsair da Saronic para resgatar a tripulação de um helicóptero Apache atingido próximo ao Estreito de Ormuz.

Como é o barco-drone que fez resgate no Estreito de Ormuz

Saronic: Empresa de Defesa Fundada por Ex-Navy SEAL

A Saronic, fundada por Dino Mavrookas, que passou mais de uma década na unidade de comandos de elite Navy SEAL, trabalha para aumentar a capacidade de construção naval dos Estados Unidos e redefinir a superioridade marítima usando autonomia.

Capacidades do Corsair

O Corsair, uma embarcação não tripulada de 7,3 metros, é movido a diesel e possui velocidade máxima de 35 nós e alcance de mais de mil milhas náuticas. Ele é equipado com câmeras, sensores e baterias, permitindo operações autônomas.

Desenvolvimento de Tecnologia Naval

A Saronic possui três principais embarcações: Corsair, Mirage e Marauder. Todas são movidas a diesel e movem-se a uma velocidade máxima de 35 nós. Elas podem processar dados de forma autônoma e são totalmente modulares.

Investimento e Expansão

A Saronic está avaliada em US$ 9,2 bilhões (R$ 47,3 bilhões) e levantou US$ 1,75 bilhão (R$ 8,9 bilhões) em uma recente rodada de financiamento. A empresa emprega 1,6 mil pessoas em sua sede em Austin, Texas, e está projetando e produzindo embarcações em um estaleiro na Louisiana.

Visão de Substituir Humanos

A Saronic tem como objetivo principal manter militares fora de perigo, substituindo humanos em cenários perigosos. A empresa integrou-se à Força-Tarefa 59, a primeira unidade operacional de inteligência artificial (IA) e drones da Marinha, em março.

Conclusão

O Corsair da Saronic representa um marco no desenvolvimento da frota não tripulada estadunidense e ilustra a crescente importância da tecnologia naval não tripulada no cenário militar atual.

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