Introdução
O lançamento da Mi Band 11 foi na China, com uma autonomia anunciada de até 21 dias. A fabricante Xiaomi anunciou o lançamento na China, por 289 yuans na promoção de lançamento, o equivalente a cerca de R$ 222.
Melhorias Técnicas
Tela e Brilho
O ponto alto dessa geração é o salto de brilho, que vai dos 1.500 nits da Mi Band 10 para 2.000 nits. Brilho alto resolve o problema real de quem tenta ler a hora sob sol forte, que é justamente onde pulseira barata costumeiramente falha.
Sensores de Saúde
Além do brilho, o conjunto de sensores passou a acompanhar frequência cardíaca, oxigenação do sangue, nível de estresse e saúde feminina, com leitura contínua ao longo do dia. No sono está a novidade que a Xiaomi mais promove no marketing, já que agora a pulseira mede a variabilidade da frequência cardíaca durante a noite e cruza esses dados com processamento por inteligência artificial, devolvendo uma interpretação do descanso e sugestões de melhora.
Conclusão
A Mi Band 11 oferece uma opção de monitoramento de saúde mais avançada semelhante à da geração anterior, mas a um preço mais acessível. A versão internacional ainda não foi confirmada, mas a fabricante costuma lançar primeiro na China e levar os primeiros meses até a versão global, que costuma sair com outro nome, Xiaomi Smart Band, e sem algumas funções regionais.