A Marshall Stockwell III chega como a primeira grande renovação da linha portátil da marca desde 2019, com foco principal na bateria. O novo speaker promete mais de 40 horas de reprodução sem fio, o dobro do que entregava a geração anterior.
Bateria Substituível
O ponto que diferencia o produto é a reparabilidade. A bateria não é selada. Quando ela começar a degradar, o usuário pode substituí-la sem aposentar o aparelho inteiro. Além disso, a alça de transporte, a capa de silicone e as duas grades, frontal e traseira, também são trocáveis.
Som True Stereophonic e Controles Físicos
No áudio, a Stockwell III usa a tecnologia True Stereophonic, que espalha o som em 360 graus em vez de criar um único ponto ideal de escuta. O conjunto interno reúne um woofer de 3 polegadas com amplificação Class D de 65W. Há também o recurso Dynamic Loudness, que ajusta graves, médios e agudos conforme o volume para manter a clareza em qualquer intensidade.
Recarga Reversa e Proteção contra Poema e Água
A caixa vira um carregador de emergência para abastecer o celular longe da tomada. A conexão passou para USB-C. A construção usa 27% de material reciclado em relação ao peso total, no mesmo movimento de sustentabilidade que a marca vem aplicando em outros lançamentos de caixas de som Bluetooth.
Ficha Técnica
- Potência: 65W Class D
- Amplificador: Woofer de 3 polegadas
- Autonomia: Mais de 40 horas de reprodução sem fio
- Conexão: USB-C
- Recarga Reversa: Sim
- Proteção: IP55
- Preço: US$ 250 ou £ 200
- Preço Convertido: R$ 1.298 (dólar) ou R$ 1.380 (libra)
Comparação com a Stockwell II
A Stockwell II, de 2019, ficava na casa das 20 horas. A Stockwell III salta para mais de 40, número que a coloca entre as portáteis de maior fôlego na categoria. A lógica de peças modulares vai além da bateria. A alça de transporte, a capa de silicone e as duas grades, frontal e traseira, também são trocáveis.
Conclusão
A Marshall Stockwell III faz parte das celebrações dos 40 anos da marca. Junto com a autonomia esticada, a novidade traz um trunfo pouco comum no segmento: a bateria pode ser trocada pelo próprio dono. É uma resposta direta à crítica de obsolescência que ronda o setor de eletrônicos de consumo.