A Redmi apresentou o Redmi Note 17 e o Note 17 Pro, uma dupla de smartphones focados em autonomia e resistência. Ambos os modelos contam com bateria de 9.000 mAh, a maior já colocada na linha Note em doze anos, e o padrão fica com 8.000 mAh.

Redmi Note 17 e Note 17 Pro chegam com bateria de 9.000 mAh e foco em resistência

Autonomia

O Redmi Note 17 Pro usa a plataforma Jinshajiang, com 13% de teor de silício-carbono e densidade energética de 842 Wh/L. A bateria promete autonomia de 2,54 dias de uso diário, o que representa 31% a mais do que a geração passada, e carga completa em 84 minutos.

Resistência

O modelo Pro passou por teste de queda frontal de três metros sobre mármore e acumula as certificações IP66, IP68, IP69 e IP69K, com aprovação em imersão de dois metros por 72 horas. O vidro é Gorilla Glass Victus 2, e a estrutura interna recebeu reforço nos quatro cantos.

Pós-Venda

O Note 17 Pro recebeu ainda carregamento reverso de 22,5 W e o modo bypass, que alimenta o telefone direto da tomada durante jogos sem passar corrente pela bateria. Quem comprar na primeira leva recebe cinco anos de cobertura para a bateria: se a saúde cair abaixo de 80% em até quatro anos, a Redmi troca a célula sem custo; no quinto ano, nas mesmas condições, o cliente ganha um upgrade para uma bateria de capacidade maior.

Câmera

O modelo padrão fica com IP65, proteção bem menor, suficiente para chuva e respingos, e não para submersão. O Redmi cortou o sensor e transferiu o dinheiro para bateria, vidro e vedação.

Preços

A série anunciada tem dois modelos, e não três. O Redmi Note 15 Pro Max, apontado por vazamentos com Dimensity 7500, câmera de 200 MP e bateria de 10.100 mAh, ficou de fora do evento e é esperado para as próximas semanas, segundo informantes chineses.

Conclusão

A Redmi mira um público específico com isso: entregadores, motoboys e quem trabalha na rua. O apelido interno do aparelho na China, “pequeno King Kong do povo”, resume o posicionamento melhor do que qualquer ficha técnica.

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