The Sinking City 2 é a sequência de um jogo de ação e investigação lançado em 2019. O novo jogo busca criar uma identidade própria, focando mais na ação e comparando-se a jogos como Alone in the Dark, The Evil Within, Silent Hill e outros no gênero.

The Sinking City 2 é melhor que o primeiro game, mas linearidade e simplicidade estragam a experiência

O Novo Universo de The Sinking City 2

O primeiro game não me agradou, mesmo sendo fã de jogos do universo de H. P. Lovecraft. O jogo anterior focava em investigações repetitivas, enquanto The Sinking City 2 promete uma revolução, focando mais na ação e criando um novo universo sobrenatural.

Um Mundo Sobrenatural

O novo jogo se passa em Arkham, uma cidade inundada devido a eventos envolvendo outra dimensão e seres sobrenaturais. O jogador assume o papel de Calvin Rafferty, um detetive paranormal, para salvar sua esposa Freye.

A Jornada de Calvin Rafferty

O jogo começa confuso, com informações jogadas na tela. Mas isso serve para incentivar o jogador a recolher e montar pistas, que são uma das principais dinâmicas paralelas do título. O jogador precisa decifrar textos e encontrar dados para fechar os casos.

A Jornada de Calvin Rafferty

Ao longo da jornada, o jogador se depara com flashbacks do que de fato aconteceu com o casal. São partes jogáveis, algumas delas até imensas, nas quais o jogador descobre o que deu errado com Freye e a forma de reverter o problema.

Problemas e Fortalezas

Embora haja alguns problemas, a história é uma das melhores coisas do jogo, tanto para criar um plano de fundo para tudo o que a jogabilidade propõe, como até mesmo para ampliar esse universo para futuros capítulos. No entanto, a jogabilidade se perde na simplicidade e na dificuldade forçada.

Conclusão

The Sinking City 2 é um jogo de ação com elementos de investigação, mas sua simplicidade e linearidade podem ser desvantagens. No entanto, sua história e novos elementos criam um novo universo sobrenatural que vale a pena explorar.

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